Afinal, o comércio do petróleo parece condicionado pelos estreitos. E não é de agora. Quer o estreito de Malaca, quer o estreito de Ormuz, já se revelavam fundamentais no comércio mundial do século XVI, ainda sem petróleo. Que o diga a visão estratégica de Afonso de Albuquerque. O estreito de Malaca é atravessado por mais de 100 000 embarcações por ano. Um quinto do petróleo consumido em todo o mundo passa pelo estreito de Ormuz, assim como 20% do gás natural liquefeito.
O que está em disputa?







